Paguei minha promessa em Portugal, de viseu a Fátima de bicicleta 208 km pelo caminho carmelitas

Bom dia, bom dia, bom dia, canal Viseu Portugal. Chegou o grande dia de pagar nossa promessa, então tô saindo de visuil exatamente agora perto das 7 horas e a gente vai pedalando pra Fátima. Na verdade, serão 145 km até Ancião. Lá a gente dorme e amanhã a gente acorda e continua. Então, teve muita preparação e hoje é o dia de pedalar. Na hora de pedir é muito bom, então na hora de pagar tem que ser bom também, tem que ser prazeroso, tem que ser alegre. Eu tô indo aqui, ó, tem uma plaquinha. Depois eu vou mostrar para vocês o que diz a plaquinha. Era pra gente ter saído às 6, mas estava chovendo. A gente atrasou a saída, então a gente sai daqui às 7. Vou encontrar ali dois amigos e aí a gente parte para essa aventura maravilhosa. Que Deus nos abençoe e vamos que vamos com muita alegria no coração. Bom dia para vocês. Bom, estamos no qum 47, ó. Paramos aqui para ver as lhamas ali, ó. Paulo tá ali, ó. Ó, já as aqui. E vamos. Quase 9 horas da manhã, qum 47, a gente segue firme. Já pegamos chuva, já secamos, já choveu de novo. E bora com o destino a Fátima. Fizemos uma pausa aqui, galera. Ó, a Jaz e o Paulo tá ali. A gente vai comer umas barrinhas, gelzinho. Olha aqui a plaquinha. E é isso. Já rodamos 55 km. Hora da pausa. Agora tá indo super bem, porém estamos pegando chuva. todo momento começa a garoar um pouco, mas tá gostoso e vamos que vamos. A viagem tá divertida, muita conversa e bora pagar essa promessa que faz tanta diferença, né? Então, estamos aqui nas barragens aqui e vamos que vamos. Hora da pausa pra gente poder recuperar energia. Bora. Olha aí, chovendo, tempo fechado, mas vamos. Não fez a promessa. Fiz. Então, hora de pagar. Com chuva, com friozinho, a gente segue. Vamos que vamos, galera. Não dá para ficar dando desculpa, tem que continuar. Então, a gente segue daqui. Bora. Bom, galera, estamos aqui, ó, com muita chuva. Paramos aqui, ó. Já tá aqui. O Paulo, ó, onde a gente tá aqui, ó. Livraria do Mondengo. E por que que é a livraria? Porque quando você olha a paisagem, olha aí, ó, parecem livros. E a gente tá aqui, segue firme e forte. Daqui mais ou menos uns 20 km a gente para para poder tomar café da manhã. Mas tá chovendo bastante, ó. Tá todo molhado, mas a aventura, a aventura continua. Então, vamos que vamos. Em 20 a gente para. para tomar café que a gente merece. Estamos em Coimbra. Olha aí essa placa aqui. Aqui começa o trajeto. A gente daqui a pouco para para tomar um café. E da onde a gente tá agora, até Ancião, que é onde a gente para pra gente poder dormir, ainda faltam 48,5 k. Então a gente segue firme. Olha aqui, ó, a plaquinha para pagar a promessa. O Paulo e a já estão ali. E olha, vou dizer duas coisas que não falta nessa aventura. Subida e chuva. Toda hora é subida e toda hora é chuva, mas a gente segue firme e vamos que vamos, né? Dia tá desafiador, mas a gente segue bem. Olha aí, estátua da irmã Lúcia aqui e a gente segue firme e forte. Paulo tá ali a já se fotografando o evento e vamos que vamos, galera. Já faltou muito mais. Saímos de Visu e chegamos em Coimbra. Bom, estamos aqui na praça de Coimbra, galera. Olha aí. Estamos aqui. Estamos fazendo um cafezinho da manhã. Já está ali Paulo e bora, bora aqui daqui. Valeu, mano. Obrigado, hein. Falta torrada, né? Tá bem. E daqui para ancião são mais 48. Então a gente para agora, faz um lanchinho, roda mais uns 15, 20, para almoçar e depois a gente segue. Muita chuva e muita subida, mas a gente tá firme. A galera animada aqui, ó. Ó animação. [Risadas] Vamos que vamos. Bora. 115 km depois a gente tá aqui em Condecha. A gente parou para poder almoçar. Então foi muito duro até aqui, muita chuva e aí vai batendo cansaço, você vai ficando com frio, mas a gente chegou. Então a gente tá aqui, ó, no Teness, mostrar ali o Paulo e a Jas que já pediram. Ó lá, já estão comendo ali os cavalos lá, ó. E agora falta pouco, depois mais 30 km pra gente poder chegar em anciano. Então agora a gente vai almoçar, vai comer com calma, vai descansar as pernas que a gente precisa e depois ansioso. Certo, galera? É isso aí. Bora, Jasse. Bora então. Vamos que vamos. Isso aí. Bora. Olha aí ó o casal que falou. Bora, Rodolfo. Falta só 30 km. Bora. Olha aí onde a gente tá andando. No meio das pedras não tem nada. É nada, galera. Bora. Esses 30 km finais são os mais complicados. Rod. Tô aqui sem ar. Já. Já parou de chover e a gente tá no meio do mato. Então, bora, bora Paulo, bora Jace. Ui, olha aí, galera, o caminho. Olha fogo. Ele não sabe espera ele. Diz eles que o caminho de amanhã é pior, né, Paulo? Três vezes. Meu Deus. Bora, meu povo. Galera, se liga aí. A gente passou por uma parte onde uma galera sempre deixa fruta disponível, café, umas águas aqui, ó, para quem faz esse percurso aqui, os peregrinos, a galera da bike, se liga aí. Olha aí, ó. Você entra aqui e aí, ó, caso você queira uma maçã, caso você queira um café, uma bolacha, olha aí, tem aqui um sofazinho, uma área de descanso para você poder relaxar. Olha ali, ó, fonte. coberta. E eu achei genial a ideia de você ajudar o próximo. Olha aí que bacana, ó. Tem bastante coisa aqui. Coisinha de oração, uma casinha. Olha aí. E aí, caso você queira ali uma frutinha, alguma coisa, você chega e se serve, cara. Bom, então sentamos aqui para poder fazer um videozinho, gravar e eu achei isso sensacional. Olha aí, ó. Tem aí a mesinha, tem bolacha, tem um cafezinho, olha que bacana, tem maçã. E aí, caso você queira fazer uma contribuição, tem aqui uma parte de donativos. Ali na frente tem uma cozinha. E é nessas horas que a gente vê que dá para acreditar na humanidade ainda, né? Muita gente fazendo coisa ruim, pequenas pessoas que fazem coisas boas, mas faz a diferença. A gente sentou aqui um lugar calmo, tranquilo e a gente segue pedalando. Ó o povo aqui, ó, só relaxando. Faltam uma média de 25 km pra gente poder chegar no lugar onde a gente vai dormir. Só que a gente tá pelo meio do mato, então a gente acaba pedalando menos, demorando mais. Mas vamos que vamos. Bora. Faltam 20 km. Paramos aqui, ó, para fazer um gelzinho. Olha a J aqui, ó. E aí, Jace? Ó o Paulo aqui. Cadê o gelzinho, Paulo? Tá aqui o gelzinho. Bora para dar energia. Sabe quando você começa a ficar cansado, arrumar desculpa? eu quero que chegue logo. Tô cansado, minha perna tá doendo, tá tudo incomodando. É assim que eu tô. Mas falta só 20. Então, já foram 120 km até agora. e voltar para trás e desistir não é uma opção. É nessa hora que você começa a brigar com o seu psicológico e aí a hora que você atinge seu objetivo, você lembra de tudo que você sofreu. Então eu desejo que você se desafie cada vez mais de bike, caminhando, correndo, fazendo dieta, fazendo exercício. Vale a pena sentir essa sensação, sofrer, passar pelo processo para você poder conquistar aquilo que você deseja. E a gente segue firme. Faltam 20 km pra gente poder chegar em Ancião. Vamos que vamos. Faltam 14 km, mas olha a subida. E aí a gente pega pelo meio da estrada. E aí que a gente fica exausto. Se liga aí, ó o tamanho da subida, galera. O que conforta é que já faltou muito mais e agora em 14 a gente chega lá. pra gente poder descansar. A viagem tá sendo muito desafiadora, mas a sensação é maravilhosa. A sensação de superar os desafios, a vontade de desistir, o cansaço. Vamos embora, galera. Vamos embora. Olha aí tanto que a gente já subiu. E vamos. A ja tá lá. Ó o Paulo ali, ó. 12 km faltam. Parte final do percurso é exaustiva, principalmente quando a gente vai pelo meio do mato. Ó o Paulo ali, ó, descansando. O que ele não sofreu em 110 km, sofrendo em 30. Parte final é Ó a Jass ali. Então Jass, bora. Mas falta pouco, galera. Estamos relaxando um pouquinho aqui para daqui a pouco fazer o restante. Quando vai pro meio do mato, você anda, é muita pedra, é desgaste. Você pensa que você andou 5 km, quando você vai ver você não andou nenhum, mas já faltou muito mais. Então agora 12 km pra gente chegar em Ancião. Vamos embora. Nós estamos a 1 km de chegar até onde a gente vai dormir, mas a sensação no final é desesperadora, cansaço, vontade de desistir. Você não encontra mais energia. Olha aí, uma subida do agora. Mas a gente tem que seguir. 1 km e a gente pedalando. Saiu de visuel às 7 da manhã, galera. São quase 7 da noite, a gente tá aqui, mas é aí que vem a superação. Então vamos mesmo cansado, exausto, o cérebro pedindo para parar, falando que não tem mais dá onde tirar energia e a gente segue. Olha aí. Bora. Bom, galera, 9 e qualquer coisa da noite, estamos aqui já no hotel para dormir. Olha, o final foi, bem que meus amigos disseram, falam: “Rodolfo, os últimos 30 km, preparo psicológico, aquela coisa de cansaço, pedra, estrada de terra e seu corpo vai cansando.” Mas a gente chegou no hotel aqui e já jantamos e vamos descansar que amanhã é dia da gente finalizar tudo isso e também tem um caminho duro pela frente. Mas valeu por vocês estarem acompanhando. Vamos que vamos que isso faz a gente ficar mais forte, não é verdade? Se desafiar faz a gente ficar mais forte e a gente chegar cada vez mais longe. E aí você leva a experiência, você lembra do sentimento que você sentia de quando você queria desistir, você não podia e você continuou. Isso te dá mais gás para você crescer cada vez mais, tá bom? Continua acompanhando. Hora de descansar. Amanhã de manhã a gente acorda e eu continuo gravando para vocês. Boa noite. Valeu. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Canal Viseu Portugal. Tudo bem? Bora. A gente pernoitou aqui no Hotel Solar da Rainha. Pessoal super bacana. Tratou a gente super bem. Um serviço legal. Jantamos, já tomamos café. tem o espaço pra gente deixar as bicicletas ali, uma casinha. E agora a gente já tá se preparando pra gente poder pedalar no dia de hoje. A estimativa é que a gente demore cerca de 4 ou 5 horas, até porque é um caminho pelas pedras, pelo mato, a gente tá fazendo o caminho dos peregrinos, tá? E é por isso que demora mais essa parte final. Então acompanha com a gente, eu vou filmando tudo. Muito obrigado pelas mensagens que vocês estão mandando. Tem muita gente mandando mensagem falando que tá acompanhando, que tá torcendo. E é legal isso. A minha ideia é motivar você a sair da zona de conforto para que você literalmente faça alguma coisa para você se desafiar. Então a gente tá aqui nos preparativos. Daqui a pouco a gente sai em direção a Fátima para poder pagar a promessa. Bom, galera, não podia deixar de agradecer todo mundo que tá torcendo e vou deixar duas pessoas marcadas aqui. A Karina que me ofertou esses óculos aqui, tá torcendo, já mandou mensagem, novinha, um beijo. Obrigado aí pela mensagem e pelos óculos. Tô fazendo muito uso. E deixar um abraço especial pro Gabriel, meu irmãozão, que tá sempre me orientando, me deu todas as dicas e me ligou ontem. Isso é gente. O cara me ligou, Rodolfo, como que você tá? Tá tudo bem? Tá precisando de alguma coisa? Ó, faz isso, faz aquilo. E é legal, né, quando você tem alguém que se preocupa, que torce por você. Então, Karina, Gabriel, vocês estão marcados. Muito obrigado pela preocupação, obrigado pela ajuda e vamos que vamos. Falta só mais um pouquinho pra gente cumprir a nossa promessa e aí a gente avança mais um pouquinho, tá bom? Bom dia para vocês. Canal Viseu Portugal continua acompanhando. Eu sei que vocês estão curtindo muito e depois vai ter um vídeo completo de tudo isso. Vamos embora. 10:18 andamos 8 km, pegamos duas subidas. Se vocês tivessem aqui, vocês iam falar: “Desce da bike e vai andando”. Sabe aquela que você fica respirando assim, ó? Ah, no final. É isso. E a parte mais dura do caminho é essa agora, até a gente chegar em Fátima. Já tá aqui recuperada. Tava mal para ontem. O Paulo tá ali, ó. O Paulo ali também tava mal. Tá sendo difícil para mim, vocês não imaginam. Para eles estavam doentes, a J estava toda mal, mas mesmo assim a gente segue. Então continua acompanhando. Faltam 50 e poucos quilômetros e a gente segue. A estimativa é mais 4 horas de pedal pra gente poder chegar em Fátima. Muito peregrino, gente, andando pelo caminho, tá? A gente escolheu o caminho mais difícil, justamente para fortalecer ainda mais isso, né? Para te deixar mais forte. Encontra muita gente andando pelo caminho, muita história. O hotel que a gente estava tinha um senhor que era da Inglaterra e veio para cá, tinha perdido a esposa e tava fazendo o caminho. Então tem muita história por trás disso. Vamos que vamos. Bora. A cada subida é um grito de vamos embora. Olha só, nós estamos no meio do nada, galera. Não tem carro, não tem pessoas, não tem restaurante, só tem a gente e a bike pedalando e a cabeça. E é nessa hora que você encontra força, motivação e você lembra do desafio que você fez para você mesmo de cumprir esse trajeto. Então, cada subida é um grito de vamos embora. E é isso. A gente já deve ter rodado uns 15 km mais ou menos agora. E a gente segue firme no caminho para Fátima com vocês acompanhando. E se liga aí que pro ano que vem vai ter novidade. Se você de repente gostar de tudo isso, o ano que vem você vai, o ano que vem você vai poder vir com a gente para cá. Eu vou lançar uma ideia quando eu voltar. E vamos que vamos. Bora. Hora de fazer um lanchinho. Olha aí, ó. No meio da do mato, no meio do caminho, a gente para comer uma barrinha, tomar um gelzinho. Paulo, como que tá? Tudo tranquilo por aí ou não? Tudo bem? Tudo certo. Você Jess? Tudo certo? Fazendo lanchinho selvagem. Se liga aí que lanchinho selvagem a gente tava trocando uma ideia aqui e provavelmente ano que vem, quer dizer, a gente vai vir o ano que vem, mas a gente quer trazer uma galera com a gente. Você que tá aí do outro lado, precisa viver essa experiência. Você precisa passar pelos perreios, pelos desafios e sentir essa sensação. Então, a gente já tá criando um evento pro ano que vem, vai ser legal para caramba. A gente segue, faltam 50 km pra gente poder chegar em Fátima. A estimativa, mais 3 horinhas de pedal por aí, por aí. Então, se não nada der errado, se nada der errado, mais 3 horinhas de pedal, a gente chega. Vamos embora. Bom, galera, paramos aqui. Freianda, a gente tá em Freixianda, tá ali, ó. Paramos aqui no mercadinho. Estamos enchendo as garrafas d’água. Tem ali uma bolachinha pra gente comer, um energético. Jaz aqui. Jaz Paulo, estamos a 40 km de Fátima, então carregar as garrafinhas, relaxar um pouquinho e continuar. Mais o que, galera? Mais 2 horas. Será? Acho que umas três. Três ainda. Então três que a gente vai devagar. Hoje custa mais, mas estamos firme aqui. Devagarzinho. Vamos que vamos. Bom, galera, daqui pra frente é um caminho inédito pro Paulo e pra Jace. Da última vez que eles vieram, a bicicleta deu problema, eles tiveram que desviar o caminho. Então, tudo que for daqui pra frente é um novo caminho desbloqueado. E a gente segue é o carro vindo aí. Então, vamos que vamos. Faltam 38 km pra gente poder chegar em Fátima e a gente segue pedalando, andando pelas vilas, falando com as pessoas e vamos que vamos. Caminho novo desbloqueado para Fátima. A partir de agora, faltam 38 km. Vamos que vamos. Faltam 25 km. Estamos aqui exaustos, galera. Ó o Paulo ali, jodi. Paramos para comer uma barrinha, tomar um gelzinho e continuar. Muita estrada de mato, muita subida, calor. Tá 31º aqui, mas a gente segue. Bora, vamos que vamos. E manda força aí, você que tá aí assistindo, manda força pra gente continuar, porque não tá fácil. Mas a gente vai devagar, a gente chega lá. Vamos embora. Faltam 9 km, galera, e a gente tá exausto. Cada subida, mais devagar, mais lento. Tomamos agora um gelzinho, mas é desesperadora a sensação. Cansado, exausto, mas a gente vai terminar. Faltam 9 km só. E agora que dá força lembrar de tudo que a gente já pedalou até aqui. As pernas estão tremendo, o corpo começa a tremer, a gente tá com fome. Estamos decidindo se para para comer, se come quando chega no carro. Mas a gente segue firme aqui. Bora a 9 km do objetivo. Se fosse um telemóvel, a gente estava com 10%, eu acho. Menos 10. Bora. Quando eu falo da dificuldade do caminho, eu vou levar a bike na mão um pouquinho, só para vocês verem o caminho que a gente segue, que é o caminho das Carmelitas. Olha isso, ó. Ó. E a gente vai passando de bicicleta, ó. Ó o espacinho que a gente tem. Ó o tanto de pedra que tem. E esse é o grau de dificuldade que a gente enfrenta, ó. Ó. É aí que tá a aventura, galera. Ó, ó os caminhos que a gente tem que percorrer. Ó os matos aqui, ó. Ó. Aí a bicicleta trava aí. Tem que tomar cuidado para não cair. Fora isso tem as silvas. É toda essa dificuldade aí. Tem esses buracos aí. Separa, leva a bike na mão. Grava até aqui para ele. Ó lá, ó. Grava até aqui, ó. As Silvas aqui, ó. Paulo tava pondo para lá. Silvas não é um galho tem ali, ó. Olha aqui, ó. Ó, ó o caminho que a gente faz agora. Agora a gente leva a bike na mão. Bora. Olha isso. Eu desisti. Acho que não ia conseguir subir. Aí chegou a hora do trabalho em grupo. Ó lá, ó. Paulo tá lá em cima. A Jas vai passar a bike para ele. Passou a primeira bike, já foi. Agora vai pegar do Paulo. É isso, galera. Esses são os desafios. O caminho das Carmelitas. É isso. Esse é o desafio. Você não sabe o que você encontra pela frente. Você vai ter que se virar para dar um jeito de passar e continuar. Ó lá, ó. Segunda bike já vai subindo. Merda. Agora vou passar a minha pro Paulo pra gente poder subir ali. Ah, Rodolfo, tua vez agora tá bicicleta. Bora. Passa aí, passa aí, cavalinho. Da frente. É isso, galera. É isso. Trabalha em grupo. Bora. Eu acho que faltam 4 km. Vamos. Eu fica aberrando no meio do mato aqui. Eles acham que ele é louco. Chegamos, galera. Chegamos para poder pagar a promessa, para agradecer tudo que a gente que a gente pediu, tudo que aconteceu de bom na nossa vida. Ah, e é maravilhoso isso, essa sensação assim de de tudo que a gente passou aí desde lá do início, quando a gente chegou em Portugal até até o dia de hoje. Então, é maravilhoso isso e vale a pena lutar pelo que você acredita. Foi muito duro, muito difícil, mas chegamos. Estamos aqui em F. Só para finalizar, contar uma história que vocês não sabem. A Já e o Paulo, eles nem dormiram direito para vir para cá. A Já estava extremamente mal do estômago, indo na casa de banho toda hora. O Paulo tava constipado, tava com sinusite, deu alergia. A Jas ficou com febre à noite, ficou com tremilique, o Paulo, a mesma coisa. E aí eles teriam todas as desculpas do mundo e eu aceitaria, né? Ó, não tô bem, vamos embora. A gente dá um jeito. E é muito mais fácil dar desculpa, né? Eu dou desculpa, você dá desculpa, todo mundo dá desculpa. E aí eles tomaram remédio, eles vieram, eles tomaram chuva comigo. Mesmo assim eles aceitaram o desafio de vir até aqui ontem, os dois com febre, a Jas com febre ontem, o Paulo com febre hoje. E mesmo assim a gente chegou. Tudo para te dizer que enquanto você não eliminar suas desculpas, você não vai chegar onde você quer. E o resultado disso é isso. Tá bom? Vamos embora. E para finalizar, vou mostrar para vocês o que diz a minha plaquinha, tá bem? Ó, agradeço a Deus e a Nossa Senhora de Fátima pela graça alcançada, o meu negócio próprio, a minha casa própria e a vida da minha família. Eu prometi está na hora de cumprir. Amém. Foi feita a promessa e hoje eu cumpri. São várias coisas, vários sentimentos, mas deu certo no final. Então vamos que vamos, tá bom? Se desafia, se propõe a fazer alguma coisa diferente para você poder ter um resultado diferente e sentir essa sensação. Estamos junto. Hora de comer, descansar, pegar o carro e voltar pra Visu para ver minha família que eu tô com saudade. Tamo junto, galera. Valeu. Boa, galera, cheguei aqui em casa, já tô chorando de novo. Ai, minha família é minha família é muito O que eles fizeram aqui, ó. Colocaram uns balão aqui, ó. Colocaram um cartaz para mim receber e as fotos que eu fui postando nos stories, a Jack foi lá imprimir com as comas. Minha família é muito velho. Minha família é muito Eu precisava postar isso para vocês verem aí como que eu fui recebido depois de chegar em casa de tudo que que eu fiz. Obrigado, filha. Obrigado, Jaque. Parabéns. Obrigado, rei. E obrigado, Tato. Minha família é muito Muito ser recebida assim. [Música] [Aplausos] [Música] папа Paпа.

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