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34 Comments

  1. 25km/h é ridículo nos dias de hoje, circular entre 30 ou 40km/h, não é nada de mais, principalmente em estradas de alcatrão. se o governo quer que passemos a usar mais transportes alternativos tem que dar incentivos de uso e não fiscais

  2. Aqui no Brasil, especialmente onde moro Sao Paulo, ha ciclovias nas melhores partes da cidades, porem ainda há falta de educacao por parte dos motoristas, mas da para aproveitar de alguma forma.

  3. Concordo contigo em tudo, ou seja a bicicleta/trotineta/mota elétrica são uma boa alternativa de mobilidade principalmente na AML e na AMP. Agora falta tal e qual como nos transportes públicos… infraestrutura ou seja as grandes cidades como disseste e bem serem mais para bicicleta e não tanto para o carro. Mas usar a Holanda como exemplo é um pouco desonesto pois o pais é um plano autentico. Mesmo assim acho que só mudando um pouco a mente politica para criar os meios e acho que o povo vai acompanhar.

  4. Filipe, sei que é preferência estilística, mas o efeito esbranquiçado dos teus vídeos não é muito bom quando cada vez mais temos melhores ecrãs, mais vibrantes e brilhantes, e depois temos de ver os teus vídeos com partes esbranquiçadas 🥲

    Abraço e continuação de bom conteúdo

  5. Quando vivia em Coimbra o meu transporte diário era uma bicicleta e era visto pelos colegas de trabalho como o "pobre" lá da zona. Ainda tentava incutir-lhes o conceito, mas foi sempre em vão. Era também criticado por conseguir viver no centro da cidade, pagando por um aluguer de apartamento cerca de mais 150€. Mas esqueciam-se que esse valor era simplesmente poupado por não ter que gastar combustíveis, pagar estacionamentos, seguros, manutenção, etc e tinha tudo ao lado de casa, sem a necessidade de me deslocar de carro ou transporte publico. O pior mesmo eram as tangentes que me faziam todos os dias e o desrespeito total na estrada. Ha 5 anos mudei-me para Estocolmo e continuo a andar de bicicleta diariamente, fazendo uma media de 5000km anuais. Investi numa electrica e em 1 ano paguei a mesma, pois so o passe mensal de transportes é de 100€. Aqui sente-se bem o respeito e o civismo pelo ciclista, para além de termos excelentes ciclovias. Nunca tive carro e nunca senti falta de ter nenhum, mas claro que depende sempre de onde vivemos e qual o nosso estilo de vida. Força com esses videos de incentivo, em relaçao ao deslocamento diário de bicicleta 👍

  6. Os carros elétrico o calcanhar de Aquiles é o bateria lítio, a Toyota ja tem o carro elétrico que é alimentado por células de hidrogênio, e no Brasil estão com projeto do elétrico com o Etanol- álcool, são combustível ecológico e nao destrói o meio ambiente como o lítio

  7. Viva, Filipe.
    Gosto muito dos teus reviews. Estou em dúvida entre comprar uma bicicleta ou uma trotinete, mas nem vou incomodar com isso, pois há imensas variáveis a ter em conta.
    Não fazes nenhum review a bicicletas da BEEQ? Parecem-me tão interessantes…
    Continuação de excelente trabalho!

  8. Eu, a minha namorada, e alguns amigos temos trotinetes elétricas. Infelizmente, há quase 0 infrastruturas e muitos dos percursos que podiamos fazer de trotinete acabamos por fazer de carro. Mesmo as próprias ciclovias encontram-se frequentemente em pior estado que a estrada onde circulam os carros. O grande problema é que um carro gasta muito mais em manutenção e em infrastrutura que uma bicicleta ou trotinete… Dá vontade de sair deste país por alguns destes motivos.

  9. Excelente, excelente!! Grande vídeo, Filipe! Tocaste nos pontos todos! Isto é serviço público, obrigado! 😊 Grande abraço e continua com estes temas de energia verde!

  10. Felipe, aqui em São Paulo, Brasil, o trânsito de veículos está tão doido, que hoje temos acidentes entre motocicletas. Os ciclistas todos andam nas mãos de Deus. Ninguém respeita. Fora a questão de status. A pessoa não tem casa, mas tem carro grande para ser "poderosa". Está mentalidade vai demorar um bocado para mudar. Um abraço.

  11. Olá Filipe, atualmente estou a morar nos Paises Baixos, e vejo que a cultura de andar de bicicleta é incrivel aqui. O pais está muito bem preparado, com ciclovias de qualidade. Também ajuda o pais ser plano. O pessoal aqui faça chuva ou faça sol, vão para o trabalho e para as escolas de bicicleta, tanto crianças como adultos. Para além de ajudar o meio hambiente, também nos mantem em forma. Acho que se Portugal comecasse a investir verdadeiramente nesta modalidade de transporte, a construir ciclovias de qualidade e pricipalmente ruas que tenham em mente os ciclistas, não só ganhavamos nós Portugueses, como Portugal. Apesar de Portugal não ser totalmente plano, as biciletas eletricas ajudam nesse quisito. Para não falar que o nosso clima é dos melhores para esta pratica. Um abraço!

  12. Concordo plenamente que a mentalidade é a principal coisa a mudar. Eu faço diariamente à vários anos a minha deslocação de casa para o trabalho em Lisboa numa bicicleta não eléctrica. São 100km diários (50km para cada lado). Também tenho um eléctrico igual ao teu, mas prefiro 1000 vezes usar a bicicleta e por essa razão a minha viatura principal que uso na grande maioria das minhas deslocações é a bicicleta.

  13. A questão da velocidade é totalmente correcta. Foi a razão pela qual larguei a trotinette eléctrica e passei a uma bike "normal" roda 29". Anda mais rápido e não há questões legais pois já não conseguia andar a 25km/h por ser lento em primeiro lugar e por torna-se mais perigoso na estrada. Só é preciso pedalar. E bikes eléctricas só me passam na subidas mais difíceis 😅 ou se estiver cansado claro.

  14. porque não compras outra bicicleta barata da decatloh e deixas no cais. assim não precisas de te preocupar em não haver lugar para a bicicleta OU ENTÃO FALAS COM A BUMA PARA TE ARRANJAR UMA CÁPSULA😆

  15. Devo lembrar que as "bicicletas" e "trotinetes" a pensar do bom que podem trazer trazem algo mau, ficam caídas pelos passeios (em Lisboa junto a torre de Belém eram mais que as mãe), o que faz com que pessoas de cadeiras de rodas (até pedestres) não consigo passar, ver a face das duas moedas 🙂

  16. Não esquecer que as bicicletas também tem de cumprir com o código da estrada. Sentidos proibidos e afins tb se aplicam às bicicletas.

  17. Há uma enorme diferença também na atitude dos automobilistas se virem crianças ou se estivermos sozinhos. Ao verem crianças, costumam ser mais amigos.

  18. Parabéns pelo video. Uso regularmente a minha bicicleta electrica para me deslocar de casa para o trabalho e vice versa, cerca de 8,5 Km para cada viagem. Tenho tido alguns sustos nas ultrapassagens tangenciais que alguns condutores arriscam. Face a isso, procuro circular mais no interior da via quando vejo que pela sua largura não permite a passagem de 2 veiculos e uma bicicleta em plena segurança, dessa forma obrigo o carro atras a não arriscar a ultrapassagem que poderia levar a "empurrar-me" para a berma da estrada. Por vezes ouço umas buzinadelas mas reduzo a velocidade ainda mais para perceberem que a estrada tem que ser para todos.
    Creio que que em 2015…"?" um estudo realizado no Reino Unido concluiu que quanto maior o numero de bicicletas a circular menor o risco de acidente, os condutores automóveis habituam-se mais aos ciclistas, têm mais atenção na condução e passam-nos a ver não como um obstáculo mas como mais um elemento de transito.
    Por isso todos os videos que estimulem o uso da bicicleta pode contribuir também para a diminuição do risco de circulação melhorando a consciência de todos que circulam na estrada.
    Boas viagens

  19. Bom dia Filipe, segundo percebi, na Europa apenas podes ( 100% legal ) circular com bicicleta elétrica até 250w e limitada aos 25Km/h. A malta do bem não fiscaliza? Pensei em comprar uma para o miúdo utilizar para a escola mas fiquei ainda com mais dúvidas. Abraço e obrigado pelo bom trabalho

  20. hey, 6:51 a ponte 25 de abril n foi adaptada para levar barcos :p

    Eu por acaso ja fiz o mesmo teste. Experimentei uma bicicleta eletrica da decathlon e ia da Costa à Trafaria, apanhava o barco (nao pagava mais por levar a bicicleta ao contrario de levar a mota – o que era bastante interessante de facto – pagar-se um passe para a mota ou ate mesmo para o carro ja que aquele terminal tem um barco tao grande completamente as moscas..)

    algumas ideias que retirei dessa experiencia:

    – 25km/h é completamente inviavel. vais a subir e o motor desliga-se. Chegas suado ao trabalho na mesma, logo nao da..
    – é de facto uma pena que a 25 de Abril nao esteja adaptada ao transito de ciclovias… na zona do comboio era muito fixe.

    Gosto do entusiasmo de querer fazer mais por esta margem. Realmente acho que ha aqui muito potencial mal aproveitado, mas acho que isto vai ao sitio!

    Abraço

  21. Uma pequena correção no que à pegada ecológica diz respeito… as baterias são tanto ou mais nocivas na produção, reciclagem ou fim de vida.. os meios para obter os químicos que as constituem também. No fundo não poluímos menos, transportamos a poluição de lugar, para onde países mais pobres trabalham em condições miseráveis na exploração de lítio.
    Não esquecer que um carro a combustão só passados 20 anos da sua produção e utilização diária é que fica à frente de um elétrico no que a poluição diz respeito. Há por aí artigos que que pintam um futuro risonho, ah e tal no futuro vamos poder reciclar, ah e tal as companhias vão evoluindo para na exploração de litio e cobalto serem mais amigas do ambiente.. isso são balelas, treta, pura propaganda! Um veículo muito mais pesado, muito mais caro, menos autonomia e maior dificuldade no abastecimento está longe de ser uma alternativa! Aguardemos…

  22. Com as tuas filhas a bordo é que deves evitar conflitos, para ficarem protegidas.
    Concordo que a bicicleta elétrica é um excelente meio de deslocação.
    Eu uso 90% das vezes os transportes durante a semana.
    Um abraço e boa continuação nestes vídeos.

  23. Na minha opinião, acho que o problema nem é tanto as bicicletas elétricas andarem devagar, mas sim os carros andarem rápido demais. 25 km/h com assistência é perfeitamente aceitável, especialmente se vamos partilhar ciclovias com outros ciclistas que provavelmente nem têm bicicletas elétricas. Reduzindo a velocidade dos carros em certas zonas beneficiava toda a gente.

  24. Boa tarde,
    Faço 32 km diários casa trabalho, Sintra Cascais em bicicleta estrada não elétrica.
    E é só vantagem ajudamos o meio ambiente!!!! Muitas pessoas em Portugal não pensam nisso, mas só em dinheiro e ter um bom carro.🥴
    Faz bem a saúde e andamos mais felizes.
    70% dos automobilistas não respeitam e apanhamos muitos sustos e é perigoso.
    Por fim ainda temos de aprender muito com os países nórdicos. Os políticos em Portugal estão muito atrasados em estas questões.
    Muito bom seu vídeo 👏👏👏 parabéns
    Boas pedaladas Malta👍✌️

  25. Saudações @FilipeView 😃Os paises nórdicos, onde usam muito a bicicleta, são geograficamente muito planos, o que faz render muito mais o uso de esforço físico ao pedalar. Com uma bicicleta-eléctrica, melhor ainda. Mas Portugal é muito mais montanhoso, inclusivé nas cidades.

    Eu uso, diariamente, uma bicicleta Órbita (de Corrida/Estrada) de ferro, com mais de 50 anos. Inclusivé, em muitos dos dias de chuva ao longo do ano, mesmo com um frio de rachar. Atravessava o Planalto onde morava, descia a Montanha, atravessava o Vale ou a Várzea (dependendo do percurso), e voltava a subir outra Montanha para novamente, atravessar o Planalto no top desta e chegar ao local de trabalho.

    PS: no que respeita a esse comentário que tentaste citar, pessoa pobre, mal tem dinheiro para comer quanto mais para ter uma bicicleta-eléctrica para se deslocar. Esta gente está tão habituada a ter tudo que acha que ser pobre é ter pouco dinheiro para gastar ao longo do mês depois de pagar as contas mensais. 🤦‍♀ Esses sim, são pobres de Realidade pois nunca tiveram de viver na pobreza ou passar fome.🤦‍♀

    1Abraço para ti e para a tua família, Filipe!😉

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